Cuida da sua rosa, a proteje e realiza todas suas vontades... Até que ela torna-se tão insuportável que abandona esta à própria sorte.
E longe, já dela, arrepende-se de tê-la abandonado-a, já não podendo mais voltar.
Ele se lembra, naquele instante, da raposa: "você é eternamente responsável por aquilo que cativas".
A sábia raposa não queria que e o Principizinho à cativasse, pois sabia que sofreria em sua partida; ele, por sua vez, nenhuma experiência tinha sobre "cativamentos" e agora percebia que sua dor se dava em razão do arrependimento eterno que sentiria por ter abando sua rosa, pela qual havia deixado cativar-se.
Já não podia fazer mais nada a respeito, a não ser deixar-se ir, brevemente, com sua dor.
Obs.: Não entendeu bem? Leia: O Pequeno Príncipe. Obra única!